[Brasil] Embraer vai fabricar jato Legacy na China
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[Brasil] Embraer vai fabricar jato Legacy na China
Embraer vai fabricar jato Legacy na China
Fábrica da Embraer na China vai começar a fabricar jatos executivos Legacy 600 (foto acima) e Legacy 650. (Foto: Embraer)
Depois de muitas idas e vindas, a Embraer chegou a um acordo com o governo chinês para produzir no país o jato executivo Legacy, o que evitará o fechamento da fábrica que a fabricante brasileira possui desde 2002 com a estatal Avic, na cidade de Harbin. A companhia conseguiu ainda a liberação da venda de dez aviões E-190, fechada em janeiro deste ano, e a promessa de novas encomendas do mesmo modelo.
A manutenção das operações da Embraer na China é um dos principais objetivos da visita de seis dias que a presidente Dilma Rousseff iniciou ontem ao país asiático. O governo brasileiro também quer a garantia de que os contratos fechados entre Embraer e empresas aéreas chinesas sejam cumpridos, com a concessão das licenças de importação pela China.
Segundo o embaixador brasileiro no país, Clodoaldo Hugueney, os acordos serão oficializados hoje, durante encontro de Dilma com o dirigente máximo chinês, Hu Jintao. Em conversa com jornalistas logo após a chegada de Dilma a Pequim, na manhã de segunda-feira (final da noite de domingo no Brasil), Hugueney disse que a China encomendará tanto aviões E-190, com capacidade para até 114 passageiros, quanto jatos executivos Legacy, mas se recusou a dar números.
A fabricação de jatos executivos Legacy 600/650 foi o plano B da fábrica da Embraer para continuar na China. Aberta em 2002, a joint venture entre a Embraer e a estatal Avic 2, em Harbin, na região Nordeste chinesa, só estava autorizada a produzir o modelo ERJ-145, para 50 passageiros, já sem demanda. A última unidade em fabricação deveria ser entregue no primeiro trimestre deste ano.
A parte técnica é fácil, já que os Legacy têm a mesma plataforma do ERJ-135, mas há o problema do pequeno mercado chinês para esse tipo de avião. “Simplesmente não há demanda suficiente para o Legacy 600 na China para manter uma linha de produção inteira”, disse na semana passada o analista Brendan Sobie, do Centro para a Aviação da Ásia e do Pacífico, com sede na Austrália.
Entre os problemas estão a rígida legislação para comprar jatos executivos e a falta de estrutura nos aeroportos para esse tipo de aeronave.
Fonte: Jornal do Comércio
Via: Cavok.com.br
Fábrica da Embraer na China vai começar a fabricar jatos executivos Legacy 600 (foto acima) e Legacy 650. (Foto: Embraer)
Depois de muitas idas e vindas, a Embraer chegou a um acordo com o governo chinês para produzir no país o jato executivo Legacy, o que evitará o fechamento da fábrica que a fabricante brasileira possui desde 2002 com a estatal Avic, na cidade de Harbin. A companhia conseguiu ainda a liberação da venda de dez aviões E-190, fechada em janeiro deste ano, e a promessa de novas encomendas do mesmo modelo.
A manutenção das operações da Embraer na China é um dos principais objetivos da visita de seis dias que a presidente Dilma Rousseff iniciou ontem ao país asiático. O governo brasileiro também quer a garantia de que os contratos fechados entre Embraer e empresas aéreas chinesas sejam cumpridos, com a concessão das licenças de importação pela China.
Segundo o embaixador brasileiro no país, Clodoaldo Hugueney, os acordos serão oficializados hoje, durante encontro de Dilma com o dirigente máximo chinês, Hu Jintao. Em conversa com jornalistas logo após a chegada de Dilma a Pequim, na manhã de segunda-feira (final da noite de domingo no Brasil), Hugueney disse que a China encomendará tanto aviões E-190, com capacidade para até 114 passageiros, quanto jatos executivos Legacy, mas se recusou a dar números.
A fabricação de jatos executivos Legacy 600/650 foi o plano B da fábrica da Embraer para continuar na China. Aberta em 2002, a joint venture entre a Embraer e a estatal Avic 2, em Harbin, na região Nordeste chinesa, só estava autorizada a produzir o modelo ERJ-145, para 50 passageiros, já sem demanda. A última unidade em fabricação deveria ser entregue no primeiro trimestre deste ano.
A parte técnica é fácil, já que os Legacy têm a mesma plataforma do ERJ-135, mas há o problema do pequeno mercado chinês para esse tipo de avião. “Simplesmente não há demanda suficiente para o Legacy 600 na China para manter uma linha de produção inteira”, disse na semana passada o analista Brendan Sobie, do Centro para a Aviação da Ásia e do Pacífico, com sede na Austrália.
Entre os problemas estão a rígida legislação para comprar jatos executivos e a falta de estrutura nos aeroportos para esse tipo de aeronave.
Fonte: Jornal do Comércio
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