[Brasil] Governo arrecada R$ 24,5 bilhões com leilão de aeroportos
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[Brasil] Governo arrecada R$ 24,5 bilhões com leilão de aeroportos
Governo arrecada R$ 24,5 bilhões com leilão de aeroportos
Terminal de Guarulhos, que tinha lance mínimo de R$ 3,8 bi, é arrematado por R$ 16,2 bi
Do R7

Ernesto Rodrigues/03.02.2012/AE
Aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília serão repassados para a iniciativa privada por R$ 24,5 bilhões
O leilão dos aeroportos de Guarulhos (SP), Viracopos, em Campinas (SP) e Brasília (DF) rendeu aos cofres do governo R$ 24,5 bilhões, segundo balanço divulgado pela Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) nesta segunda-feira (6).
O Aeroporto Internacional Governador André Franco Montoro, que fica em Guarulhos (SP) e é conhecido como Cumbica, tinha lance mínimo de R$ 3,8 bilhões, mas foi arrematado pelo Consórcio Invepar, representado pela corretora Gradual, por R$ 16,213 bilhões - ágio de 373% em relação ao preço mínimo.
Já o Aeroporto Internacional de Viracopos, que fica em Campinas (SP), cujo preço mínimo era de R$ 1,47 bilhão, foi arrematado por R$ 3,821 bilhões pelo Consórcio Aeroportos Brasil, representado pela corretora Planner. O ágio, nesse caso, foi de 159%.
Por fim, o Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, de Brasília (DF), tinha piso definido de R$ 582 milhões no edital, mas foi comprado pelo Consórcio Inframérica Aeroportos, representado pela corretora Citi, por R$ 4,501 bilhões. Nesse caso, o ágio foi de 673,3%.
A concessão dos empreendimentos para a iniciativa privada tem como pano de fundo a forte necessidade de investimentos na infraestrutura aeroportuária do país antes da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016.
Ao todo, os 11 grupos que disputavam o leilão fizeram 22 propostas, sendo que o aeroporto de Guarulhos recebeu dez, o de Campinas, quatro, e o de Brasília, oito.
Regras e tempo de concessão
A Secretaria de Aviação Civil estabeleceu que as empresas brasileiras interessadas em participar do leilão de privatização dos aeroportos de Brasília, Guarulhos e Campinas teriam que contar com a participação de um sócio estrangeiro.
Isso porque esses sócios precisavam ter pelo menos cinco anos na administração de terminais aéreos que movimentem cinco milhões de passageiros ao ano.
Confira também
Após o certame, os consórcios vencedores ficam com 51% dos terminais, enquanto a Infraero (estatal que administra os aeroportos) fica com os 49% restantes.
O prazo de concessão dos três aeroportos para a iniciativa privada varia. No caso de Guarulhos, o terminal fica na mão do consórcio por 20 anos. Já Viracopos permanece 30 anos com empresa privada e Brasília, 25 anos.
Consórcios que disputaram leilão
O leilão dos aeroportos atraiu forte interesse de grupos estrangeiros, além de grandes empresas brasileiras e até de fundos.
Apesar de não ter havido divulgação prévia oficial sobre a quantidade e os integrantes dos consórcios, a maior parte deles anunciou oficialmente sua participação.
Confira, a seguir, os 11 consórcios que participaram da disputa:
- Odebrecht e Changi (Cingapura)
- CCR e Flughafen Zurich (Suíça)
- Invepar, OAS e ACSA (África do Sul)
- Ecorodovias e Fraport (Alemanha)
- OHL Brasil e Aena (Espanha)
- Queiroz Galvão e Ferrovial (Espanha)
- Fidens Engenharia e ADC&Has (EUA)
- Carioca Engenharia, GP Investimentos e ADP (França)
- Engevix e Corporación América (Argentina)
- Advent International e Asur (México)
- Triunfo e Egis Airport Operation (França)
Fonte: R7
Terminal de Guarulhos, que tinha lance mínimo de R$ 3,8 bi, é arrematado por R$ 16,2 bi
Do R7

Ernesto Rodrigues/03.02.2012/AE
Aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília serão repassados para a iniciativa privada por R$ 24,5 bilhões
O leilão dos aeroportos de Guarulhos (SP), Viracopos, em Campinas (SP) e Brasília (DF) rendeu aos cofres do governo R$ 24,5 bilhões, segundo balanço divulgado pela Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) nesta segunda-feira (6).
O Aeroporto Internacional Governador André Franco Montoro, que fica em Guarulhos (SP) e é conhecido como Cumbica, tinha lance mínimo de R$ 3,8 bilhões, mas foi arrematado pelo Consórcio Invepar, representado pela corretora Gradual, por R$ 16,213 bilhões - ágio de 373% em relação ao preço mínimo.
Já o Aeroporto Internacional de Viracopos, que fica em Campinas (SP), cujo preço mínimo era de R$ 1,47 bilhão, foi arrematado por R$ 3,821 bilhões pelo Consórcio Aeroportos Brasil, representado pela corretora Planner. O ágio, nesse caso, foi de 159%.
Por fim, o Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, de Brasília (DF), tinha piso definido de R$ 582 milhões no edital, mas foi comprado pelo Consórcio Inframérica Aeroportos, representado pela corretora Citi, por R$ 4,501 bilhões. Nesse caso, o ágio foi de 673,3%.
A concessão dos empreendimentos para a iniciativa privada tem como pano de fundo a forte necessidade de investimentos na infraestrutura aeroportuária do país antes da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016.
Ao todo, os 11 grupos que disputavam o leilão fizeram 22 propostas, sendo que o aeroporto de Guarulhos recebeu dez, o de Campinas, quatro, e o de Brasília, oito.
Regras e tempo de concessão
A Secretaria de Aviação Civil estabeleceu que as empresas brasileiras interessadas em participar do leilão de privatização dos aeroportos de Brasília, Guarulhos e Campinas teriam que contar com a participação de um sócio estrangeiro.
Isso porque esses sócios precisavam ter pelo menos cinco anos na administração de terminais aéreos que movimentem cinco milhões de passageiros ao ano.
Confira também
Após o certame, os consórcios vencedores ficam com 51% dos terminais, enquanto a Infraero (estatal que administra os aeroportos) fica com os 49% restantes.
O prazo de concessão dos três aeroportos para a iniciativa privada varia. No caso de Guarulhos, o terminal fica na mão do consórcio por 20 anos. Já Viracopos permanece 30 anos com empresa privada e Brasília, 25 anos.
Consórcios que disputaram leilão
O leilão dos aeroportos atraiu forte interesse de grupos estrangeiros, além de grandes empresas brasileiras e até de fundos.
Apesar de não ter havido divulgação prévia oficial sobre a quantidade e os integrantes dos consórcios, a maior parte deles anunciou oficialmente sua participação.
Confira, a seguir, os 11 consórcios que participaram da disputa:
- Odebrecht e Changi (Cingapura)
- CCR e Flughafen Zurich (Suíça)
- Invepar, OAS e ACSA (África do Sul)
- Ecorodovias e Fraport (Alemanha)
- OHL Brasil e Aena (Espanha)
- Queiroz Galvão e Ferrovial (Espanha)
- Fidens Engenharia e ADC&Has (EUA)
- Carioca Engenharia, GP Investimentos e ADP (França)
- Engevix e Corporación América (Argentina)
- Advent International e Asur (México)
- Triunfo e Egis Airport Operation (França)
Fonte: R7

Amilckar- Colaborador - Notícias de aviação

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Re: [Brasil] Governo arrecada R$ 24,5 bilhões com leilão de aeroportos
Já estou em corrente de oração pra que isso dê certo.
Andei dando uma olhada na internet o site das empresas que arremataram os aeroportos. Pra quem quiser, só pesquisar no Google.
Guarulhos: Consórcio entre a INVEPAR e Airport Company South Africa (sul africana)
Viracopos: Consórcio entre Triunfo Participações e Investimentos, UTC Participações e Egis Avia Sofréavia (francesa)
Brasília: Infravix Participações S/A e Corporacion America S/A (argentina).
Notei que todos os consórcios são compostos de empresa nacionais e empresas extrangeiras, com experiência em construção administração de aeroportos. Notei também que estas empresas extrangeiras tem um desafio enorme, pois de todos aeroportos que eles operam ao redor do mundo, os brasileiros são os que apresentam o maior volume de passageiros.
Tô rezando...
Andei dando uma olhada na internet o site das empresas que arremataram os aeroportos. Pra quem quiser, só pesquisar no Google.
Guarulhos: Consórcio entre a INVEPAR e Airport Company South Africa (sul africana)
Viracopos: Consórcio entre Triunfo Participações e Investimentos, UTC Participações e Egis Avia Sofréavia (francesa)
Brasília: Infravix Participações S/A e Corporacion America S/A (argentina).
Notei que todos os consórcios são compostos de empresa nacionais e empresas extrangeiras, com experiência em construção administração de aeroportos. Notei também que estas empresas extrangeiras tem um desafio enorme, pois de todos aeroportos que eles operam ao redor do mundo, os brasileiros são os que apresentam o maior volume de passageiros.
Tô rezando...
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Eduardo Cavalieri

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