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EMBRAER/AERMACCHI EMB-326 GB (AT-26)“Xavante”

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EMBRAER/AERMACCHI EMB-326 GB (AT-26)“Xavante”

Mensagem por Amilckar em Sab 10 Set 2011, 13:08

A história do Xavante



O Aermacchi MB-326 é uma aeronave monomotora a jato para o treinamento militar desenvolvida pela companhia italiana Aermacchi, tendo seu primeiro vôo ocorrido em 10 de dezembro de 1957.
Nesta época, vários modelos de caças supersônicos entravam em operação
em todo mundo e a Aermacchi percebeu o potencial de mercado para uma
aeronave de treinamento a jato para fazer a conversão operacional dos
pilotos para os novos caças. Concorreu neste mercado com o Cessna T-37 e o BAC Jet Provost. Foram construídas no total 778 unidades do MB-326 para treze países.
Jambock, Pif-Paf, Jaguar, Pantera, Seta, Dragão, Alouette,
Joker, Centauro, Poker, Pacau. Em 39 anos de serviço, a quantidade de
códigos de chamada do AT-26 Xavante mostra a importância dessa aeronave
para a Força Aérea Brasileira. Essa história chegará ao fim nesta
semana, quando os AT-26 Xavante do 1°/4°GAV, última unidade a operar o
modelo, despedem-se da vida operacional.


Ao todo, a FAB recebeu 166 unidades dos AT-26, fabricados pela
EMBRAER a partir do projeto do jato italiano MB 326. Das principais
missões executadas, destaca-se a formação de novos pilotos de caça e o
emprego operacional em ataque e reconhecimento armado. Nos anos 80, o
avião também foi empregado na Esquadrilha Aloutte, quando realizou
inúmeras apresentações aéreas com o uso de fumaça.

Esta história começou em 1969, quando um C-130E da Força Aérea
Brasileira trouxe um jato MB326G da Itália para demonstrações no Brasil.
Na época, os AT-33 Shooting Star já estavam próximo de serem retirados
do serviço ativo e, ao mesmo tempo, a FAB já buscava novas aeronaves de
combate. Era necessário que o país adquirisse um jato capaz de cumprir
missões operacionais, e, ao mesmo tempo, servir como treinador para a
nova Era da aviação de caça que se aproximava.

O MB326G mostrou suas potencialidades, com destaque para a
capacidade de atingir Mach 0,82 e de suportar manobras de até 7,5
gravidades. Com seis pontos de fixação de armas sob as asas, a aeronave
podia transportar até 2,5 toneladas de armamentos. Para cumprir a função
de treinador, o avião dispunha de assentos para dois pilotos, sentados
um na frente do outro, uma disposição semelhante às dos caças mais
modernos da época, como o Mirage III e o F-5.

Xavantes no Brasil



Junto com os processos de compra de uma nova aeronave supersônica, que viria a ser o Mirage III,
havia a necessidade de selecionar uma aeronave de treinamento para a
conversão operacional. Com recursos disponíveis e a vontade de
desenvolver uma indústria aeronáutica no Brasil, a FAB
procurou uma aeronave adequada e que oferecesse condições contratuais
vantajosas que permitissem a sua construção no país. A escolha recaiu
sobre o Aermacchi MB-326. Esta encomenda e a fabricação do Bandeirante
possibilitaram o início da Embraer. A versão brasileira do MB-326GB foi
denominada Embraer EMB-326 Xavante. Esta aeronave é denominada AT-26 pela FAB, indicando sua dupla função de ataque e treinamento.

Os Xavantes entraram em operação em 1971 e continuaram em produção até 1981,
sendo o primeiro avião a reação construído em série no Brasil. Um total
de 166 aeronaves foram construídas pela Embraer para a Força Aérea
Brasileira, sendo as demais exportadas para o Togo (6 unidades) e o
Paraguai (10 unidades). Onze aeronaves usadas foram doadas para a
Marinha da Argentina depois da Guerra das Malvinas para repor as perdas
desta força no conflito.

O número de aeronaves adquiridas permitiu equipar vários esquadrões
de ataque da FAB, além de sua função na formação de pilotos. Com o
tempo, o número de aeronaves disponíveis diminuiu, estando todas as
restantes integradas ao 1º/4º Gav cuja função é ministrar o curso de
líder de esquadrilha. Aproximadamente 27 aeronaves ainda estão
operacionais.

Produção no Brasil



O que a Força Aérea Brasileira queria, no entanto, era mais que
adquirir uma nova aeronave. Criada em 1969, a EMBRAER receberia no seu
primeiro ano de atividades a responsabilidade de assimilar toda a
tecnologia necessária para fabricar, sob licença, o jato italiano. O
primeiro EMB 326GB, na designação local, foi entregue já em 6 de
setembro de 1971. No dia seguinte, como uma das celebrações do Dia da
Independência do Brasil, um voo oficial foi realizado nas cidades de São
Paulo, Rio de Janeiro e São José dos Campos (SP).

Até 1981, a EMBRAER fabricou 182 unidades do EMB 326GB,
batizado de Xavante. Dez unidades foram entregues para o Paraguai, seis
para o Togo e 166 para a Força Aérea Brasileira. Um outro operador dos
Xavantes foi a Marinha Argentina, que em 1982, logo após a Guerra das
Malvinas, recebeu onze unidades vendidas pelo Brasil.

Na FAB, os aviões receberam a designação AT-26, sendo que o A
representava a missão de Ataque e o T de Treinamento. Destaca-se também a
versão RT-26, que mantinha a capacidade de combate e treinamento, mas
também podia realizar o reconhecimento aéreo. Também foi criada a
designação XAT-26, para as aeronaves destinadas aos voos de ensaio.



Especificações Técnicas

Fabricante: Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. - Brasil, sob licença da Aeronáutica Macchi SpA – Itália.
Motor: turbojato Rolls-Royce Bristol Viper 20 Mk 540 de 3.410 lb de empuxo.
Desiginação Militar: AT-26
Comprimento: 10,65 m
Envergadura: 10,85 m
Altura: 3,72 m
Peso Vazio: 2.474 kg
Velocidade Máxima: 867 km/h
Alcance: 1.850 km
Armamento: 6 pontos fixos para até 1.814 kg de cargas externas, sob as asas, incluindo 2 metralhadoras Browning .50”.
Impalas



Diante do alto custo dos treinadores avançados modernos, a FAB optou
por estender a vida operacional de sua frota de Xavantes. Para tanto,
adquiriu peças de reposição, motores e aeronaves para servirem como
fonte de peças da África do Sul que substitui o MB-326 pelo BAe Hawk em 2005. O biposto Xavante e o monoposto Impala II utilizam a mesma turbina.

As aeronaves recebidas estavam em excelente estado, e a FAB resolveu
colocar em operação 11 das 14 adquiridas. Estas aeronaves foram
designadas pela FAB como AT-26A.

Ao contrário da versão brasileira, o Impala II está equipado com
metralhadoras fixas (os Xavantes precisam usar casulos de metralhadoras)
e equipamentos de auto-defesa (chafts, flares e detecção de iluminação por radar). O Impala II tinha a capacidade de lançar alguns tipos de mísseis sul-africanos, como o V3-B, mas estes já foram retirados de operação.

Unidades Aéreas



A primeira unidade a receber os Xavantes na FAB foi o 1° Grupo de
Aviação de Caça, baseado no Rio de Janeiro (RJ). Os AT-26 operaram como
"caça-tampão" entre a aposentadoria dos AT-33 e a chegada dos primeiros
F-5. Apesar disso, entre 1971 e 1974, os Esquadrões Jambock e Pif-Paf
foram responsáveis pelo desenvolvimento da doutrina de operação dos
Xavantes. O caça foi testado em todos os tipos de missão de combate, e
também possibilitou à FAB conhecer os detalhes da manutenção do novo
equipamento.

Ainda na década de 70, os Xavantes foram recebidos pelos 3°, 4º
e 5° Esquadrões Mistos de Reconhecimento e Ataque (EMRA). Baseados,
respectivamente, em Santa Cruz (RJ), São Paulo (SP) e Santa Maria (RS),
os AT-26 cumpriam missões de segurança interna ao lado de aeronaves como
os H-1H, L-42 e U-7. Essas unidades foram extintas ainda nos anos 70, e
grande parte dos seus AT-26 foi repassado para o 1°/10° GAV, Esquadrão
Poker, a partir de 1976.

Em 79, o Poker foi transferido para a Base Aérea de Santa Maria
(RS), onde operou seus Xavantes até o início de 1999. A unidade se
destacou por operar os RT-26, versão com o diferencial de levar um pod
de reconhecimento com quatro câmeras. O 1°/10° GAV também recebeu a
única unidade equipada com uma sonda de reabastecimento em voo,
desenvolvida pelo então Centro Técnico Aeroespacial (CTA), hoje
Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA). Santa Maria
também é base do 3°/10° GAV, Esquadrão Centauro, unidade que voou o
AT-26 entre 1979 e 1998.

Natal: a capital dos Xavantes



Mas a cidade onde os Xavantes operaram por mais tempo foi Natal
(RN). A partir de 1974, o Esquadrão Seta e posteriormente o Esquadrão
Joker (2°/5° GAV), receberam os AT-26 para a tarefa de formar os novos
pilotos de caça da Força Aérea Brasileira. Uma curiosidade da época é
que com a interrupção das atividades da Esquadrilha da Fumaça, foi
criada em Natal a Esquadrilha Alouette, equipada com sete Xavantes.
Entre 1981 e 1983, o grupo realizou demonstrações aéreas com as
aeronaves pintadas em um esquema de cores especial e com lançadores de
fumaça.


Após concluírem a especialização em aviação de caça em Natal,
os aviadores seguiam para Fortaleza (CE), onde realizavam o curso de
formação de líderes de esquadrilha no 1°/4° GAV, Esquadrão Pacau,
unidade que recebeu seus Xavantes em 1973. Por ser o local onde os
caçadores aprofundavam ao máximo a sua doutrina operacional, a capital
cearense foi apelidada de "A Sourbonne da Caça", em homenagem à famosa
universidade francesa.

Em 2002, o Esquadrão foi transferido para Natal (RN). Dois anos
depois, o 2°/5° GAV substituiu seus Xavantes pelos modernos turboélices
A-29 Super Tucano na missão de formar novos pilotos de caça e o 1°/4°
GAV permaneceu como a única unidade a voar operacionalmente os AT-26
Xavante.

Uma nobre exceção, no entanto, ocorreu em 2006. O 1° Grupo de
Defesa Aérea já havia desativado seus Mirage IIIe não haviam ainda
recebido os novos Mirage 2000. Para manter o treinamento das
tripulações, a unidade recebeu caças AT-26 Xavante, que cumpriram a
missão até o final daquele ano.

Na mão dos aviadores do Esquadrão Pacau, os Xavantes ainda
participariam de exercícios como a CRUZEX (2002 e 2004), PERBRA (2008),
Laçador (2009), VENBRA (2008), Centro-Oeste (2008) e Solimões (2007),
dentre outras.

No dia 2 de dezembro de 2010, após 39 anos de serviço para a
Força Aérea Brasileira, sendo 36 deles em Natal, os AT-26 Xavantes se
despedirão da aviação de caça. O 1°/4° GAV também sairá da capital
potiguar e será transferido para Manaus (AM), onde voará caças F-5EM.

Última missão: Ensaio em voo




Apesar de se despedir do serviço operacional na aviação de caça, o
som da turbina Viper dos Xavantes ainda poderá ser ouvido no Brasil,
especificamente em São José dos Campos. É nesta cidade do interior
paulista onde está baseado o Grupo Especial de Ensaio em Voo (GEEV),
unidade subordinada ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial
(DCTA) e responsável pela realização de testes de sistemas, armamentos e
outros desenvolvimentos tecnológicos.



Designados XAT-26, os Xavantes do GEEV se caracterizam pela
presença de antenas e sistemas instalados especificamente para a missão
de ensaio em voo. Dentre os muitos projetos realizados desde 1978 com a
participação dessas aeronaves, destaca-se o do míssil MAA-1 Piranha, que
foi amplamente testado no GEEV. A unidade conta com três XAT-26 e
utiliza essas aeronaves também para a realização do Curso de Ensaio em
Voo (CEV).


Fotos: Poder Aéreo / Google / Cavok
Fontes pesquisadas: Musal / FAB / Wikipédia

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Re: EMBRAER/AERMACCHI EMB-326 GB (AT-26)“Xavante”

Mensagem por flavioSSA em Ter 13 Set 2011, 09:47

Legal a história! Valeu por postar!
Tá faltando um xavantinho pro fsx né?

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Re: EMBRAER/AERMACCHI EMB-326 GB (AT-26)“Xavante”

Mensagem por Icem@n em Ter 13 Set 2011, 11:32

Ah, passei boa parte da minha vida ouvindo o som das "víboras", os motores VIPER. Uma cena marcante foi ver 4 esquadrilhas em formação diamante fazendo looping e oito cubanos sobre SBFZ. No meio de um desses loopings uma das aeronaves sai da formação, provavelmente por algum problema.
Em uma apresentação antes da fumaça, no aterro da praia de iracema um piloto reclamava com a força excessiva que tinha que fazer no manche, para a esquerda, durante umas manobras, achando que o pessoal deveria ter colocado mais combustível na asa direita.
Uma foto rara que ainda não achei foi d euma formação com 32 xavantes dobre Fortaleza que escreveram "CAÇA" nos céus.
Umas raras fotos do FAB4600 com sonda revo
http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSpgOPPVrMAB4aZ51QOPPTnIMp5v-vHIvQJPDdyPXbsuP9Dt9a_KqSUS1bd
http://3.bp.blogspot.com/-Zo5TfLip514/TiQyY4BeXeI/AAAAAAAAARI/waqZLsLuIwM/s1600/img080.jpg
http://1.bp.blogspot.com/-UvagOQydxUc/TiQyS_YIUsI/AAAAAAAAARE/dG8221k5TfQ/s1600/img081.jpg
http://1.bp.blogspot.com/-kqRdhnUBp98/TiQyMmxvLYI/AAAAAAAAARA/kb-bNfwEjf4/s1600/img085.jpg
Aqui o 4600 e o 4566(impala que teve sonda também) simulando revo com o barão...
http://www.flogao.com.br/aeronavexavante/139152238
Alguns escondidos em nossos verdes mares
http://mardoceara.blogspot.com/2011/04/cacas-xavante-no-naufragados-no-ceara.html
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Re: EMBRAER/AERMACCHI EMB-326 GB (AT-26)“Xavante”

Mensagem por flavioSSA em Ter 13 Set 2011, 13:24

Ice,
não achei a foto da formação de 33 xavantes online, mas com certeza eu tenho ela em midia impressa lá em casa. Vou escanear e depois posto aqui.
Enquanto isso, vai um videozinho do xavante em ação:

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Re: EMBRAER/AERMACCHI EMB-326 GB (AT-26)“Xavante”

Mensagem por Fontenele em Ter 13 Set 2011, 16:21

Excelente tópico e comentários. Assim como o Iceman, lembro bem dos Xavantes, que eram a referência em matéria de aviões de combate aqui em Fortaleza.

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Re: EMBRAER/AERMACCHI EMB-326 GB (AT-26)“Xavante”

Mensagem por rodrigo mago em Ter 13 Set 2011, 20:53

Realmente, faz um tempo que não ouço o sons dessa turbina por aqui! Passavam em cima de minha casa todos os dias quando voavam por aqui, mas agora, só os Tucanos! Gostei de saber sobre o AT-26.
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Re: EMBRAER/AERMACCHI EMB-326 GB (AT-26)“Xavante”

Mensagem por flavioSSA em Ter 13 Set 2011, 23:36

Caro Ice,
Não achei a foto até agora, mas achei essa semelhante. Seria essa?


Créditos: Revista Força Aérea Ano 15 No.66

Esse número da revista traz uma reportagem completa sobre o Adeus do Xavante da Força Aérea. Muito bom.

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Re: EMBRAER/AERMACCHI EMB-326 GB (AT-26)“Xavante”

Mensagem por Alvega em Qua 14 Set 2011, 05:12

Gostei do tópico. Essa foto da formação é excelente, Flávio.


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Re: EMBRAER/AERMACCHI EMB-326 GB (AT-26)“Xavante”

Mensagem por Icem@n em Qua 14 Set 2011, 07:22

flaviossa escreveu:Caro Ice,
Não achei a foto até agora, mas achei essa semelhante. Seria essa?
...
Não, essa aí é em Natal, da mesma formação do vídeo.
IICE!

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Re: EMBRAER/AERMACCHI EMB-326 GB (AT-26)“Xavante”

Mensagem por Julio Giunti em Sab 08 Out 2011, 23:39

Ainda sou sortudo pois quase todo dia escuto o xavante do GEEV passando rasgando aqui em SJK fazendo testes!

Além disso sempre aparece uma dupla de F5, AMX, Super Tucano...todos eles fazendo vôos de treinamento, toque e arremetida...rasante sobre a pista...fora os E190 e 195 da Embraer em vôo de homologação com pinturas de diversos operadores do mundo voando!

Fazer o curso no CTA de controlador de tráfego aéreo tem suas vantagens hehehe

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