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Como faz falta o EMB-110 na aviação regional! Gse_multipart13851

Como faz falta o EMB-110 na aviação regional!

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Como faz falta o EMB-110 na aviação regional! Empty Como faz falta o EMB-110 na aviação regional!

Mensagem por sned1331 Qua 12 Jul 2017, 17:04

Prezado Pessoal do Voo Virtual. Às vezes me pego pensando: pararam de fabricar o EMB-110 e todos ficam a ver navios. O EMB-110 pousava em pista de chão. Pousava em pista com buraco. Pousava em pista curta. O EMB-110 otimizava as rotas regionais no interior. Voar neste interior ele conhecia como ninguém. Em nome da modernidade e em nome de redução de custos ele parou de ser fabricado. Para muitos "ruim com ele". Para minha pessoa "pior sem ele". Hoje não temos mais os EMB's-110 e com isso a aviação regional aqui na Bahia foi ceifada junto com o bom, destemido, forte e clássico EMB-110.

Na minha leitura, reserva uma fatia lá na área da EMBRAER-São José dos Campos-SP (Em nome da melhoria da Aviação Regional) para voltar a fabricar a centelha que reacenderá as regionais. Não é vergonha voltar a produzir o EMB-110. Torno a dizer não é vergonha produzir novamente o EMB-110. Pode ter certeza!!. Vou deixar claro que não se otimiza aviação regional com ATR-72 ou 42 apenas. Sabe quanto custa um ATR-72/42? Se o EMB-110 voltar a ser produzido aqui no Brasil sai mais barato e fica mais fácil criar uma empresa aérea regional de pequeno porte só com o forte EMB-110.  Pode parecer besteira e muitos irão rir de minha pessoa, mas eu conheci uma regional aqui no Estado (Nordeste Linhas Aéreas) que era o esteio das Regionais na Bahia e Norte de Minas. Acabou!!!!!. Pergunte a qualquer comandante sobre o EMB-110. Só elogios.

Canavieiras-BA tem seu aeródromo recuperado. Pergunto eu? Onde estão as Regionais Aéreas? O Governo do Estado fez a sua parte. Cadê as Regionais? É aí que entra a demanda por um Bandeirante EMB-110. Na década de 80 a Nordeste Linhas Aéreas supria muito bem ligando-nos a Salvador-BA. Acabou a Nordeste. A Nordeste usava o EMB-110 e dava tudo certo. Acabou a Nordeste e pararam de fabricar o EMB-110. Onde ficam as regionais, sem esta aeronave prestando serviço em cidades pequenas do interior do Brasil, principalmente da Região Amazônica? Está na hora do Governo Federal rever a política para as Regionais.

O que é bom acaba. Att André (Canavieiras-BA)
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Mensagem por VSP4264 Ter 18 Jul 2017, 23:53

1. O avião parou de ser produzido por falta de encomendas

2. Na categoria dele existem outros no mercado em produção e com boa vendagem: Dornier 228, Viking DHC6-400 Twin Otter e LET410, todos com 19 assentos, performance superior ao EMB110.

3. Não importa o avião, aviação regional de baixa demanda no Brasil é ceifada pelos custos e não pela ausência de equipamento.

4. Para a aviação de baixa demana, o avião é CARAVAN, 1 boca consome menos do que duas bocas... mas até nisso a autoridade atrapalha, o avião voa em vários lugares com 12 passageiros, aqui no BR é com 9... 3 paxs fazem bastante diferença no custo operacional.

5. A Embraer se estabilizou na aviação regional que DÁ CERTO LÁ FORA, pois é uma empresa e depende de ganhos... nem o ERJ145 mais faz parte de carteira de produtos zero km... imagine o EMB110...

6. Vale lembrar que as regionais "deram certo" com o Bandeirante por que o governo militar as obrigou a comprar o avião, uma % do valor da passagem das empresas nacionais bancava a brincadeira de voar no interior... ou seja o cara que comprava na VARIG um Rio - Nova York, uma porcentagem do valor da passagem dele, ia para um fundo que era repassado as regionais, TODAS REGIONAIS NOS ANOS 80 pularam para o Fokker 27 em nome da produtividade e redução de custo, afinal avião pousar em cidade de interior é muito romantico, mas TEM que dar dinheiro... quem foi a única que não teve Fokker 27? Nordeste Linhas Aéreas, assidua frequentadora de paginas policiais com seus acidentes bizarros, inclusive um em 1985 em Vitória da Conquista ou então página política com as guerras por controle acionário. Entramos nos anos 90 com a TABA mal administrada, mas chegou a ter Fokker 100, TAM o resultado todo mundo sabe, RIO-SUL com Boeings, VOTEC virou BR CENTRAL que virou TAM e a Nordeste então NLA não virou pó pois ACM fez o jogo com a Rio-Sul e aí a Nordeste foi pra frente.

7. Você esquece que depois da Nordeste a Bahia teve outra regional, usando e ainda tem seus amados EMB110 que é a Abaeté, e a conta não fechou e foram saindo do mercado até voltar a ser apenas uma táxi aéreo... os tempos do Bandeirante se foram... a escadinha hoje é Caravan para ATR... se uma cidade não sustenta um Caravan, ela não sustentará nada... e se for bem de Caravan pega o ATR e aí é correr para o abraço... é bem simples, basta ver algumas cidades que só viam Bandeirante nos anos 80/90 e hoje estão no mapa com jatos ou ATR72: Barreiras, Vitória da Conquista, Petrolina, Ipatinga, Valadares, Montes Claros... ou seja aviação regional está aí... para cidades cuja economia atrai o transporte aéreo.

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Mensagem por sned1331 Ter 25 Jul 2017, 15:06

Aeródromo de Canavieiras "OPERACIONAL" e sem "REGIONAIS AÉREAS". O EMB-110 é a tampa do vaso que falta. O EMB-110 está para o Aeroporto de Canavieiras e o Aeroporto de Canavieiras está para o EMB-110. O EMB-110 é brasileiro (Acima de tudo). As demais aeronaves citadas não são brasileiras. O EMB-110 demanda de um aeródromo sem muita infraestrutura como o de Canavieiras, Almenara, Jacobina, Bom Jesus da Lapa, dentre outros. A manutenção de uma aeronave brasileira é muito mais barata. O CARAVAN é caro. Assim como o Fokker também é caro e não é brasileiro. Estes aviões demandam de uma manutenção onerosa, se comparada com o EMB-110. Demanda também de aeródromos bem equipados como Ilhéus, Petrolina, Porto Seguro, Presidente Prudente, Juiz de Fora, dentre outros. Percebo que falta algo na Aviação Regional do Brasil. Ilhéus, Petrolina, Porto Seguro, Presidente Prudente, Juiz de Fora dentre outros tem um tipo de realidade bem diferente de Canavieiras, Almenara, Nanuque, Barra do Garças, Caravelas, Jacobina, Guanambi dentre outros. São cenários diferentes. Não se desenvolve as Regionais Aéreas com as aeronaves que Vossa Senhoria cita. Elas são caras. Não são brasileiras. A Abaeté voa com o EMB-110 e ela cumpre o papel de forma correta. Percebo que o cenário dos aeródromos brasileiros é outro. Muito diferente. Mal se tem uma biruta, um muro cercando a pista de asfalto e um terminal de passageiros simples. Acabaram com a fabricação do EMB-110 e as pequenas regionais estão a ver navios (É isso). Estes aviões citados não combinam com aeroportos com uma infraestrutura como a de Canavieiras e de outros aeródromos Brasil a fora. O nosso interior demanda de aeronaves compatíveis com o nosso interior. O interior de SP é bem diferente do interior da BA, do PI. São realidades assimétricas em termos de aviação regional.  

Se é tudo em nome da modernidade do século XXI ceifa-se o EMB-110 (sem problemas e as consequências estão aí..........). Ele servia muito bem Canavieiras. Ruim com ele (para muitos) e pior sem ele (para minha pessoa). No mundo ainda tem EMB's 110 voando muito bem e na minha compreensão ainda existe uma vaga para o destemido EMB-110 na Aviação Regional do Brasil. Att André
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Mensagem por VSP4264 Ter 25 Jul 2017, 23:02

André,

Existem duas realidades... a sua, composta de romantismo e saudosismo e a das empresas aéreas.... vamos por partes

1. Pouco importa a nacionalidade do avião, os motores por exemplo do EMB110 são canadenses e aí? Tem oficina ai em Sorocaba e aí tanto faz ser EMB110, EMB120, Fokker 50, ATR42... mas em determinado momento tem que se trazer peça de fora...

2. O Caravan não é caro e sua manutenção é MUITO MAIS barata que do EMB110 e falo isso baseado em fatos, em planilhas (que não irei expor aqui lógico), sem falar em outras particularidades como exigência de tipo de piloto e afins entre C208 e EMB110, porem te garanto que onde o C208 vai, nem sempre o EMB110 vai... performance diferente, estrutura requisitada bem diferente.

3. Se a realidade de SBIL, SBPL, SBPS, SBDN, SBJF é diferente de SNED, SBCV, SNJB, SNGI algo de errado aconteceu no caminho, pois em 1984 TODOS eram no mesmo nível de serviço.

4. Aviação REGIONAL é desenvolvida com CARAVAN, ele é o abrir de mercados de baixa demanda, multiplicador de frequencias e aí a hora que o mercado pega, ele aceita um ATR42 no mínimo. Basta notar que SNTF - Teixeira de Freitas, foi servido por EMB110 da Abaeté, abandonado por esta e quando voltou já foi direto com ATR72 da Azul... por que? ECONOMIA! A cidade sustenta um voo de ATR, sustentaria até de EMBRAER 190 facilmente, como Feira de Santana absorveu. Eu sou profissional da área, não sou apenas entusiasta de flight simulator e estudei a fundo nos ultimos anos uma porção da aviação regional na BA, MA, PI, CE.

4.1 - Um Caravan NOVO tem o preço de um Bandeirante na versão P1 usado...

5. Abaeté voa onde? Deixou de ser linha aérea e se voltou ao nicho de taxi aéreo, inclusive na inauguração de SNED levaram um EMB821 Carajá...

6. Se um aerodrómo mal tem biruta e um muro cercando, significa que a coisa vai de mal a pior. Leia este link por gentileza... http://www.avioesemusicas.com/a-rua-principal-da-cidade.html texto de minha autoria em 2013...

7. O Bandeirante foi descontinuado em 1990, se foram 27 anos e se foi descontinuado foi por falta de mercado, as pequenas regionais NÃO EXISTEM MAIS... por que simplesmente ou se tem um avião grande ou não se tem LUCRO! Agora querer dizer que o Caravan exige estrutura superior ao EMB110 aí realmente trata-se de uma visão focada apenas na paixão por um avião e isso não paga conta de um projeto regional, se fosse por paixão apenas eu quero a VASP voando amanhã de 737-200 de novo! Era lindo, acabou...

8. A Amazônia que é MUITO mais carente de aviação regional está lá lotadíssima de Cessna C208B Grand Caravan, a grande ferramenta de trabalho da RIMA, Piquiatuba, Amazonaves, RICO, ASTA... isso só falando em quem atua na região.

9. O Bandeirante é um tratorzinho, porem ultrapassado, barulhento, exige uma revisão estrutural para prolongar a vida e apenas a FAB investiu em sua modernização. Depois de ler seu tópico comentei até sua visão com o dono de uma taxi aéreo nacional, grande entusiasta da aviação regional e ele foi taxativo: Caravan... dois pilotos que não precisam ter carteira específica da aeronave, um motor só (menor custo de revisão), simplicidade de sistemas, não tem uma série de itens que o EMB110 tem e que a cada 3.000 horas de voo exige um caminhão de dinheiro.

10. Não menos importante... pelo GOOGLE a distância de Canavieiras para Ilhéus é de 116Km e de Cannes para Porto Seguro é algo similar, o google não faz a conta, devido a travessia de Belmonte, mas o ponto que quero chegar é... empresas aéreas quando pesquisam um mercado abrem um raio de 100-150km ao redor do aeroporto desejado e aí SNED entra na sombra de SBPS/SBIL que possuem requisitos para aviação comercial regional... não se engane, aviação mudou, tempos da Nordeste se foram... hoje qualquer aeroporteco que queira ter voo regular de passageiros deve ter no mínimo raio-X para inspeção dos passageiros, se o avião for acima de 19 lugares tem que ter bombeiro de aerodrómo com a devida categoria.

Conheço a Bahia muito bem, nela vivi mais de 25 anos, no eixo litorâneo, esqueça Caravelas e Prado (este nem aeroporto mais tem) são duas cidades cobertas por Teixeira de Freitas que tem a infra-estrutura ideal para prática do transporte aéreo comercial, esqueça Belmonte e Canavieiras, são cobertas por Porto Seguro e Ilhéus, alias Belmonte o aeroporto foi cancelado e transformado em canteiro de fabricação de tijolo da prefeitura, das atualmente servidas no caso Teixeira, Porto Seguro, Ilhéus e logicamente Salvador, com muito esforço Valença pode entrar na roda um dia, mas isso graças a Morro de São Paulo.

No eixo margeando a BR116, Jequié apresenta DEMANDA de paxs, ou seja rota com lucratividade, mas precisa melhorar muito o seu aeroporto, Vitória da Conquista dispensa comentários, a suíça baiana está construindo um novo aeroporto, falta Guanambi ter voos regulares, em contra partida dúvido que SBLP - Bom Jesus da Lapa tenha voos regulares tão cedo e se tiver tem que ser dividindo mercado com alguém e por fim pro lado de cima do estado, Irecê... facilmente absorve, Jacobina precisa reestruturar o aeroporto por completo e Barra e Xique-Xique tem que comer muito feijao pra gerar demanda.

Já expliquei em outro tópico sobre como funcionava a "lucratividade" das regionais nos anos 70/80. O mundo mudou e hoje ou se produz grana ou não se voa, a não ser que tenha um governo que pague integralmente as horas voadas, mas aí é injusto com o contribuinte, com os alunos do interior que precisam de uma escola descente ou as pessoas com um hospital.

O EMB110 já era, é página virada, peça de museu, os sobreviventes não irão durar muito tempo, aviação regional evoluiu, e ela tem uma escadinha, se outrora nos anos 90 a escadinha era EMB110 > EMB120 > Fokker 50/ATR42/ERJ145 > Boeing 737... hoje ela é C208 > ATR > Jatos... o romantismo se foi, até o proprio EMB120 perdeu o seu lugar no regional de grande escala do mundo. SNED foi reformado, mas a sua vocação é de um aeroporto municipal, pronto para atender fretamentos, UTI aérea, particulares, uma linha aérea regular nos moldes do RBAC 135 L.A.S ou RBAC 121 é algo muito distante. Vale recordar que no meio dos anos 80 a Nordeste largou o mercado, por que será né? Em 1986, o voo que operava SSA-ITN-CNV-BVM-BPS se tornou SSA-ITN-BPS-RIO, em 1992 a Nordeste iniciou um ambicioso programa de retirada dos EMB110 em favor dos EMB120, isso quando o Bandeirante tinha 2 anos de "morto" na produção e uma disponibilidade imensa de aeronaves, 25 anos fazem uma diferença imensa em tudo.

E pra fechar o caixão, você pode gostar do EMB110, natural termos um avião que gostamos muito, mas o passageiro baiano/nordestino não gosta muito do Bandeirante, basta pesquisar algumas matriculas para entender o motivo: PT-GKA (16.10.1985 SBQV), PT-SCU (11.11.1991 SBRF), PT-TBA (28.10.1976 SBPL), PT-TBB (03.02.1992 próximo SNGI), PT-TBF (04.11.1978 na BR em Bocaíuva)... é muito evento com uma empresa/modelo só. Não espere ver EMB110 em 2027 em quantidades de 510 unidades produzidas, em Setembro de 2016 apenas 159 voavam sendo 132 destes na Força Aérea Brasileira... a título de comparação, o Caravan já ultrapassou 2.500 unidades produzidas das quais mais de 200 voam no Brasil.

O fórum é público e muitos trocam conhecimentos aqui, portanto não leve para o lado pessoal, apenas defendo uma aviação regional (é o meu negócio) justa e segura, com boas práticas e seguindo a lei, onde o romantismo é legal, mas não paga as contas e nem segue as práticas.

OBS¹ - Nada contra o estado, pelo contrário, estou me dedicando a uma monografia (não posso chamar de livro) sobre aviação na Bahia contando a história da Viação Aérea Bahiana, TAS, Nordeste e Abaeté Linhas Aéreas

OBS² - Em meu plano de aviação regional, seguindo a legislação vigente, visitei aeroportos in loco na Bahia, estudei o mercado economicamente e comparei o custo de LET410, EMB110, Cessna C208, EMB120 e ATR42, sendo os dois últimos eliminados do estudo para "me ajoelhar" a infraestrutura existente.


Última edição por VSP4264 em Ter 25 Jul 2017, 23:04, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : Inserir OBS¹ e ²)

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Mensagem por eduardoamll Ter 25 Jul 2017, 23:20

Excelente aula Alexandre. A aviação regional atual é muito diferente.
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Mensagem por Freitowhisky Sab 19 Ago 2017, 10:34

Baita texto Alexandre, realmente, viabilizar a aviacao regional no Brasil nao e facil, e necessita folego.
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Mensagem por Leosilva77 Sab 19 Ago 2017, 17:46

Desculpem-me o OFF TOPIC, mas já que o VSP4264 falou em romantismo e citou o VASP 737-200, eu cito o VARIG L-188 Electra. Amor

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