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[Brasil] Com doença congênita, criança é barrada em avião

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[Brasil] Com doença congênita, criança é barrada em avião

Mensagem por Amilckar em Ter 20 Ago 2013, 10:30

Com doença congênita, criança é barrada em avião

Menino de 4 anos com doença de pele hereditária foi impedido de embarcar sob a alegação de que sua doença poderia ser contagiosa



Raul Junior / VOCÊ S.A.



Avião da GOL: companhia declarou que "preza pelo respeito aos seus clientes e aos cumprimentos das normas de voo" e que "está analisando o ocorrido e tomará as medidas cabíveis"

Salvador - Após uma semana de apresentações com casa lotada no Teatro Castro Alves, em Salvador, a coreógrafa Deborah Colker enfrentou problemas para viajar em um voo GOL, com destino a Porto Alegre e escala no Rio de Janeiro, no fim da manhã desta segunda-feira, 19.


A decolagem do voo G3-1556 do Aeroporto Internacional de Salvador estava marcada para as 11h50 e tudo sugeria que cumpriria o horário. Após o embarque de todos os passageiros e o fechamento das portas, porém, a tripulação tentou impedir que o neto da coreógrafa, um menino de 4 anos que sofre com uma doença de pele hereditária, seguisse viagem no avião. A alegação era que a doença poderia ser contagiosa e outros passageiros fossem infectados.
Deborah chegou a mostrar atestados médicos para provar que o neto sofre de uma doença congênita, não transmissível por contato ou proximidade. Segundo relatos de outros passageiros do voo, porém, os atestados não convenceram os tripulantes, que chegaram a acionar o posto da Polícia Federal no aeroporto para retirar o menino do avião.
Os agentes chegaram a entrar na aeronave. Houve discussão a bordo - e parte dos passageiros passou a defender a coreógrafa. Um médico também foi chamado a bordo, para avaliar a situação. Só então o voo foi liberado. A decolagem ocorreu às 13h16, segundo a Infraero. Em nota, a GOL declarou que "preza, acima de tudo, pelo respeito aos seus clientes e aos cumprimentos das normas de voo" e que "está analisando o ocorrido e tomará as medidas cabíveis".

Fonte: Exame.com

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Carlos Amilckar

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